Parece que esse povo heróico não é reconhecido apenas por seu brado retumbante. É o que mostra o filme "Velozes e furiosos 5". A frase título, por exemplo, foi usada pelo protagonista para explicar à autoridade policial estrangeira que as leis na pátria amada funcionam de forma diferente.
Entre corpos femininos à mostra, funcionárias que trabalham de lingerie, policiais que se corrompem e traficantes que respeitam homens estranhos armados, muita coisa é ficção. Muita coisa é realidade. Como distinguir? Perguntando a um brasileiro o que é verdade por aqui.
É mais confortável assistir filme com cenário Mexicano, Japonês, ou qualquer outro que não o Brasil. Ver o céu da pátria manchado por armas estrangeiras promove sensação de abuso. Quem outorgou o direito a outro que não o Padilha com seu capitão Nascimento? E ao próprio, quem autorizou?
Desde que os navios encontraram terra firme por aqui e mataram o cacique e o pajé, que ninguém respeita mais o "gigante pela própria natureza". (Se o congresso ajudar a matar a natureza, nem por isso mais esta terra será gigante - vide Novo Código Florestal).
Se o penhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braços fortes, perde-lo-emos pela visão midiática transmitida pela ficção, uma vez que todo bom entendedor lê a meia palavra lançada nos cinemas.O povo guerreiro e trabalhador, que acorda antes do sol nascer e se deita na despedida da lua é ofuscado pela corrupção dos ileais e pelas curvas expostas das "damas".
Nosso peito segue desafiando à própria morte. Não por referência à honra, mas pela conotação de arsenal ambulante que permeia essa nação. As telonas que o digam.
A diferença é que você está no Brasil. Isso por si só já precisa ser uma questão de honra. Ser brasileiro é uma honra. Esse povo sempre recebe de braços abertos. Tal qual o Cristo. O Cristo recebe todos de braços abertos.
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