Pedi aos meus alunos que fizessem um resumo do debate dos presidenciáveis.
Agora estou com vergonha.
Eles não mereciam isso. Não mereciam ouvir aquela baixaria.
Não mereciam resumir aqueles discursos vagos e ocos.
Não mereciam. Estou com vergonha.
O Brasil é uma grande nação. Uma disputa presidencial deveria ter no mínimo propostas por parte dos candidatos. Escolher um presidente com base em ataques pessoais e apontamentos de comparsas é nivelar por baixo a capacidade desse país. É acreditar que estão discursando apenas para as pessoas que receberam a excelente educação oferecida pelo poder público. É ter a certeza de que seus eleitores são aqueles que estão presos a eles pelos "cheques" e "bolsas" e que temem perdê-los.
O debate foi cercado por respostas evasivas, quentionamentos infundados, verdades e mentiras (se um deles dizia a verdade, com certeza o outro dizia mentira, saber qual dizia o quê é problemático). Queria encontrar um nordestino e perguntar o que exatamente foi feito por lá!
O tempo que a candidata passou gaguejando talvez tenha sido menor que o que o candidato passou atacando. Os terceiros citados devem estar planejando vingança, quando não se revirando no túmulo. Definitivamente, faltou proposta para convencer eleitores críticos.
E sobrou tempo para trololó. O que será que eles chamam de trololó?
Será o que a candidata fez na sua incansável gagueira ou o que o candidato insistiu em mostrar com seu insípido discurso.
Devo desculpas aos meus alunos. Os candidatos devem desculpas ao Brasil.
"Somos jovens demais para acreditar que algumas coisas são impossíveis." Luis Leão
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Demagogos
Eis o conceito de demagogo segundo o dicionário Aurelio on line:
s.m. Aquele que lisonjeia a multidão, às vezes para tirar proveito pessoal. / Agitador que excita as paixões populares.
O substantivo pode ser também feminino. Sem contrariar a consagrada gramática das Língua Portuguesa, mas no masculino ou no feminino a multidão de brasileiros está sendo lisonjeada pelos candidatos à presidência da república para que alcancem o ápice de sua paixão pelos programas sociais, estimulem sua dependência dos mesmos e se agitem num ato insano no exercício da democracia. (ah...democracia, termo técnico).
Uma troca de acusações também insana, um baixo nível de disputa onde o futuro do Brasil não está sendo discutido, apenas está sendo visada a conquista do eleitor e a nação tem engolido seu brado retumbante, porque não tem pelo que bradar; não há uma causa grande o suficiente para recuperar a glória do passado.
Visão minimalista essa dos candidatos à presidência. O Brasil é uma nação, não é uma cidadezinha. Não deve funcionar tendo como principal função encher a barriga de seus filhotinhos. Torná-los independente deve ser o alvo. Acreditar que cada um pode se construir e como consequência construir o Brasil.
Mas entendo a visão dos candidatos. Uma nação independente jamais votaria neles.
Sonho com um Brasil independente porque acredito em brasileiros com potencial.
Independência ou morte!
s.m. Aquele que lisonjeia a multidão, às vezes para tirar proveito pessoal. / Agitador que excita as paixões populares.
O substantivo pode ser também feminino. Sem contrariar a consagrada gramática das Língua Portuguesa, mas no masculino ou no feminino a multidão de brasileiros está sendo lisonjeada pelos candidatos à presidência da república para que alcancem o ápice de sua paixão pelos programas sociais, estimulem sua dependência dos mesmos e se agitem num ato insano no exercício da democracia. (ah...democracia, termo técnico).
Uma troca de acusações também insana, um baixo nível de disputa onde o futuro do Brasil não está sendo discutido, apenas está sendo visada a conquista do eleitor e a nação tem engolido seu brado retumbante, porque não tem pelo que bradar; não há uma causa grande o suficiente para recuperar a glória do passado.
Visão minimalista essa dos candidatos à presidência. O Brasil é uma nação, não é uma cidadezinha. Não deve funcionar tendo como principal função encher a barriga de seus filhotinhos. Torná-los independente deve ser o alvo. Acreditar que cada um pode se construir e como consequência construir o Brasil.
Mas entendo a visão dos candidatos. Uma nação independente jamais votaria neles.
Sonho com um Brasil independente porque acredito em brasileiros com potencial.
Independência ou morte!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Dever de casa
O tempo
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.
Mário Quintana
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Quem é o brasileiro???
O texto é do Arnaldo Jabor.
Concordo com quase tudo o que ele diz e lamento, às vezes, fazer parte desse povo brasileiro. Não é postura anti-pátria, é tristeza por saber que poderíamos ser totalmente diferentes.
Amo o Brasil, acredito no brasileiro, mas no momento prevalece a tristeza por sermos quem nos tornamos: Um povo sem identidade.
- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade.
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários da bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense!
O famoso jeitinho brasileiro.
Em minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro!?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor
Concordo com quase tudo o que ele diz e lamento, às vezes, fazer parte desse povo brasileiro. Não é postura anti-pátria, é tristeza por saber que poderíamos ser totalmente diferentes.
Amo o Brasil, acredito no brasileiro, mas no momento prevalece a tristeza por sermos quem nos tornamos: Um povo sem identidade.
- Brasileiro é um povo solidário. Mentira. Brasileiro é babaca.
Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida;
Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;
Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade.
Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.
É coisa de gente otária.
- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.
Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.
Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.
Brasileiro tem um sério problema.
Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.
- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência.
O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.
Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários da bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.
- Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.
Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.
Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.
O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.
- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi.
Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da
Guerra do Paraguai ali se instalaram.
Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha alternativa e não concordava com o crime.
Hoje a realidade é diferente.
Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.
Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.
Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.
- O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei.
A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.
Num país onde todos têm direitos, mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.
Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).
Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.
Democracia isso? Pense!
O famoso jeitinho brasileiro.
Em minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.
Brasileiro se acha malandro, muito esperto.
Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?
Afinal somos penta campeões do mundo né?
Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.
Dessa vergonha eles se safaram...
Brasil, o país do futuro!?
Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.
Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar...
O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.
Para finalizar tiro minha conclusão:
O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.
Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.
Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.
Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!
Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabor
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
918 Clicks por Marina
Nos conformamos com pouco. E essa é a maior barreira para a mudança.
O Brasil possui muitas riquezas e a que considero a maior delas, é o seu povo. Muitas pessoas já provaram que vencer na vida é uma questão de disposição.
O exemplo atual e clássico é o atual presidente que provou que não "era só mais um Silva que a estrela não brilha." Mostrou que anos de investimento levam qualquer pessoa ao topo dentro de uma sociedade hierárquica.
Muitos outros exemplos poderiam ser citados, mas torna-se desnecessário diante do referido acima.O povo brasileiro é a maior riqueza do Brasil.
Não é possível ignorar a idéia paradoxa. A maior pobreza do Brasil também é o seu povo. O brasileiro não acredita mais em si, não sonha mais com mudança. Se satisfaz com seu chequinho cidadão, com sua casinha popular(o diminutivo não é mera coincidência), com sua vidinha que, no próprio desabafo "não tem jeito mais não".
Não é recomendável parar de sonhar, pelo menos até conseguir a realização.
Ouve-se que o Brasil mudou, que o Brasil avançou, que as coisas mudaram. Concordar ou não é uma questão de análise aprofundada, mas o brasileiro continua excluído, dependente do Estado e em alguns casos, escravos dele.
Eu acredito que enquanto não encontramos um avanço significativo será necessário mudar.Quando digo mudar, é tentar aquilo que não tentamos antes. Divulgo o que acredito e isso justifica o título. Cada um da rede de relacionamentos no meu orkut recebeu o que acredito ser uma proposta de mudança. Positiva, é claro!
Quero ver a estrela de mais um Silva brilhar. Quero ver, consequentemente, a estrela de vários Silva brilharem. Quero ver Brasileiros de dezesseis anos ou mais também serem alfabetizados e se transformarem em pessoas notadamente cidadãs.
Não posso garantir que o Brasil vai mudar, mas não preciso garantir, só preciso acreditar ou meu sonho não terá valor. Sonho PORQUE acredito.
O Brasil possui muitas riquezas e a que considero a maior delas, é o seu povo. Muitas pessoas já provaram que vencer na vida é uma questão de disposição.
O exemplo atual e clássico é o atual presidente que provou que não "era só mais um Silva que a estrela não brilha." Mostrou que anos de investimento levam qualquer pessoa ao topo dentro de uma sociedade hierárquica.
Muitos outros exemplos poderiam ser citados, mas torna-se desnecessário diante do referido acima.O povo brasileiro é a maior riqueza do Brasil.
Não é possível ignorar a idéia paradoxa. A maior pobreza do Brasil também é o seu povo. O brasileiro não acredita mais em si, não sonha mais com mudança. Se satisfaz com seu chequinho cidadão, com sua casinha popular(o diminutivo não é mera coincidência), com sua vidinha que, no próprio desabafo "não tem jeito mais não".
Não é recomendável parar de sonhar, pelo menos até conseguir a realização.
Ouve-se que o Brasil mudou, que o Brasil avançou, que as coisas mudaram. Concordar ou não é uma questão de análise aprofundada, mas o brasileiro continua excluído, dependente do Estado e em alguns casos, escravos dele.
Eu acredito que enquanto não encontramos um avanço significativo será necessário mudar.Quando digo mudar, é tentar aquilo que não tentamos antes. Divulgo o que acredito e isso justifica o título. Cada um da rede de relacionamentos no meu orkut recebeu o que acredito ser uma proposta de mudança. Positiva, é claro!
Quero ver a estrela de mais um Silva brilhar. Quero ver, consequentemente, a estrela de vários Silva brilharem. Quero ver Brasileiros de dezesseis anos ou mais também serem alfabetizados e se transformarem em pessoas notadamente cidadãs.
Não posso garantir que o Brasil vai mudar, mas não preciso garantir, só preciso acreditar ou meu sonho não terá valor. Sonho PORQUE acredito.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Saudades de um tempo que durou o bastante.
Querido diário, hoje é o meu aniversário...
Às vezes dá saudade do meu querido diário, o tempo o levou e me apresentou coisas mais...mais...Deixa eu pensar em um adjetivo...
Mais sérias, do tipo, " Que data é hoje mesmo?", "Nossa, como a semana passou rápido."; Tornou-me uma pessoa comprometida, sem tempo para aproveitar aquilo que o Arnaldo Jabor chamou de "Idiotice" e que faz tão bem à vida.
A despreocupação foi substituída pelo engajamento. As brincadeiras foram substituídas pelas responsabilidades. O tempo ocioso fora substituído pelas incontaveis atividades que só nos permitem olhar o relógio às seis horas da manhã, quando o despertador toca.
E quando chega mais um aniversário é que temos a certeza de que trezentos e sessenta e cinco dias aproximados se passaram e precisamos fazer um histórico do que ficou desse tempo. O que ficou e se foi, o que ficou e ainda está e o que ficou para sempre.Tendo já a certeza de que o fato de ter passado por mim já deixou alguma experiência, sejam momentos, instantes, pessoas, enfim, tudo o que é suscetível a passar.
Não que o lado sério da vida seja de todo desagradável. Seria entediante acordar e saber que próxima expectativa emocionante seria dormir outra vez; não quero nem imaginar o fim do mês sem aqueles carnês que levam o dinheiro que eu mesma conquistei, acho que foi por eles que eu trabalhei.E o mais emocionante é ver o fruto do meu trabalho, saber que minhas ações não são meramente pelo emprego, mas pelo que posso acrescentar à vida de outros.
A falta é a maior representação da importância daquilo que tivemos.
Sendo assim, o diário não é a única coisa de que sinto falta, também não é a única coisa que o tempo levou. Mas me detenho no que o tempo traz, nas coisas que espero da vida, nas coisas em que acredito e principalmente naquelas que busco.
Às vezes dá saudade do meu querido diário, o tempo o levou e me apresentou coisas mais...mais...Deixa eu pensar em um adjetivo...
Mais sérias, do tipo, " Que data é hoje mesmo?", "Nossa, como a semana passou rápido."; Tornou-me uma pessoa comprometida, sem tempo para aproveitar aquilo que o Arnaldo Jabor chamou de "Idiotice" e que faz tão bem à vida.
A despreocupação foi substituída pelo engajamento. As brincadeiras foram substituídas pelas responsabilidades. O tempo ocioso fora substituído pelas incontaveis atividades que só nos permitem olhar o relógio às seis horas da manhã, quando o despertador toca.
E quando chega mais um aniversário é que temos a certeza de que trezentos e sessenta e cinco dias aproximados se passaram e precisamos fazer um histórico do que ficou desse tempo. O que ficou e se foi, o que ficou e ainda está e o que ficou para sempre.Tendo já a certeza de que o fato de ter passado por mim já deixou alguma experiência, sejam momentos, instantes, pessoas, enfim, tudo o que é suscetível a passar.
Não que o lado sério da vida seja de todo desagradável. Seria entediante acordar e saber que próxima expectativa emocionante seria dormir outra vez; não quero nem imaginar o fim do mês sem aqueles carnês que levam o dinheiro que eu mesma conquistei, acho que foi por eles que eu trabalhei.E o mais emocionante é ver o fruto do meu trabalho, saber que minhas ações não são meramente pelo emprego, mas pelo que posso acrescentar à vida de outros.
A falta é a maior representação da importância daquilo que tivemos.
Sendo assim, o diário não é a única coisa de que sinto falta, também não é a única coisa que o tempo levou. Mas me detenho no que o tempo traz, nas coisas que espero da vida, nas coisas em que acredito e principalmente naquelas que busco.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Seu sonho se encontra aqui...
Esse é o tema da promoção da Petrobrás.
Parar em um posto BR atualmente é mais que uma simples parada para abastecer, é também acreditar.
Parece fútil a afirmação acima, mas se formos classificar todas as coisas que lemos e ouvimos faltarão adjetivos. Então, porque não simplesmente falar. falar tudo o que pensa tendo como único "avaliômetro" o fato de não estarmos desrespeitando nosso próximo.Desse jeito fica tudo mais simples.
Simples...esse é o adjetivo que resume a vida. Simples.
É simples pegar um cupom da promoção e acreditar. Claro, o simples fato de abri-lo já significa acreditar, visto que no regulamento e nas propagandas diz que pode haver dentro dele um prêmio instantâneo. Sorrir é o segundo passo. Por quê? Ah, porque não tinha o prêmio instantâneo, mas apenas a mensagem "Esse cupom não está contemplado com o prêmio instantâneo, mas ele dá o direito ao sorteio". Oba! Plantou uma sementinha de esperança: o sorteio!
Acreditar...essa é a essência do sonho. Mil ou milhões.Não importa. Dinheiro que vai, dinheiro que vem.Vai mais do que vem, é claro! Não é necessário levar a sério, vale mais a pena se tudo for uma grande brincadeira.
Brincar de parar no mesmo posto de gasolina de antes...
Brincar de pedir sempre ao frentista o cartão da promoção...
Brincar de abrir um de cada vez com a ajuda dos amigos...
Brincar de ler "não está contemplado" e gargalhar também por isso...
Brincar de cadastrar um a um no site...
Brincar de acreditar, pois "Seu sonho se encontra aqui."!!!
Aqui...Advérbio de lugar. O lugar, você escolhe e não a Petrobrás.
O meu sonho se encontra aqui, dentro de mim. Sonho porque acredito.
Parar em um posto BR atualmente é mais que uma simples parada para abastecer, é também acreditar.
Parece fútil a afirmação acima, mas se formos classificar todas as coisas que lemos e ouvimos faltarão adjetivos. Então, porque não simplesmente falar. falar tudo o que pensa tendo como único "avaliômetro" o fato de não estarmos desrespeitando nosso próximo.Desse jeito fica tudo mais simples.
Simples...esse é o adjetivo que resume a vida. Simples.
É simples pegar um cupom da promoção e acreditar. Claro, o simples fato de abri-lo já significa acreditar, visto que no regulamento e nas propagandas diz que pode haver dentro dele um prêmio instantâneo. Sorrir é o segundo passo. Por quê? Ah, porque não tinha o prêmio instantâneo, mas apenas a mensagem "Esse cupom não está contemplado com o prêmio instantâneo, mas ele dá o direito ao sorteio". Oba! Plantou uma sementinha de esperança: o sorteio!
Acreditar...essa é a essência do sonho. Mil ou milhões.Não importa. Dinheiro que vai, dinheiro que vem.Vai mais do que vem, é claro! Não é necessário levar a sério, vale mais a pena se tudo for uma grande brincadeira.
Brincar de parar no mesmo posto de gasolina de antes...
Brincar de pedir sempre ao frentista o cartão da promoção...
Brincar de abrir um de cada vez com a ajuda dos amigos...
Brincar de ler "não está contemplado" e gargalhar também por isso...
Brincar de cadastrar um a um no site...
Brincar de acreditar, pois "Seu sonho se encontra aqui."!!!
Aqui...Advérbio de lugar. O lugar, você escolhe e não a Petrobrás.
O meu sonho se encontra aqui, dentro de mim. Sonho porque acredito.
sábado, 18 de setembro de 2010
SONHAR é provar ao óbvio que ele não é determinante.
É da natureza de quem acredita criar o cenário de realização.
"Eu tenho uma espécie de dever que é de sonhar
E sonhar sempre
Pois sendo mais do que um espectador de mim mesmo
Eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso
E assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas,
invento palco, cenário para viver o meu sonho
Entre luzes brandas e músicas invisíveis."
Fernando Pessoa
Chico Buarque
Composição: Joe Darion, Mitch Leigh (versão em português de Chico Buarque)
Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
"Eu tenho uma espécie de dever que é de sonhar
E sonhar sempre
Pois sendo mais do que um espectador de mim mesmo
Eu tenho que ter o melhor espetáculo que posso
E assim me construo a ouro e sedas, em salas supostas,
invento palco, cenário para viver o meu sonho
Entre luzes brandas e músicas invisíveis."
Fernando Pessoa
Chico Buarque
Composição: Joe Darion, Mitch Leigh (versão em português de Chico Buarque)
Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
Estreita relação entre acreditar e ter honra.
Quem deixa de acreditar, na verdade está assumindo sua passividade diante da situação adversa.
Luther King aconselha:
É melhor tentar e falhar, que preocupar-se e ver a vida passar.
É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver
É melhor tentar, ainda que em vão que sentar-se, fazendo nada até o final.
Eu prefiro na chuva caminhar, que em dias frios em casa me esconder.
Prefiro ser feliz embora louco, que em conformidade viver
É uma questão de honra:
Coragem é algo difícil de imaginar...
Você sempre vai fazer o que os outros dizem pra você fazer?Às vezes você pode nem ao menos saber porque está fazendo alguma coisa.
Digo, qualquer idiota pode ter coragem. Mas honra, essa é a verdadeira razão para você fazer ou não alguma coisa.
É quem você é ou talvez quem você queira ser. Se você morrer tentando por alguma coisa importante então você terá ambos, coragem e honra.
E isso é muito bom. Você deve esperar pela coragem e praticar a honra.
E talvez até mesmo pedir a Deus para que as pessoas que te dizem o que fazer, tenham alguma também.
Fragmento do texto do Michael Ohen ao final do filme "Um sonho possível."
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